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Farsa Em Alto Mar


Atores a seus postos: Terroristas travestidos de pacifistas, convés agora! Preparem as armas para o enfrentamento, mas não deixem as câmeras captarem. Todos em seus postos? Cenário ajeitado? Navio em ordem? Um, dois, três...ação!

Na nova armação mídiatica contra Israel, novamente quem paga de trouxa é você leitor. Depois do uso de escudos humanos, crianças em tiroteios, a nova moda é contrabandear armas e terroristas entre carregamentos de ajuda humanitária. Uma boa parte da mídia, impregnada de desinformação e elementos antiisraelenses e antissemitas, entre outros problemas, correu a dar a informação recheada de adjetivos canalhas como "carnificina", "massacre", "indignação". Hitler não faria uma emboscada melhor. Fez igual. Melhor não. E você leitor, vai ouvir - ao menos - a versão do outro lado e julgar por conta própria?


Leia a íntegra do comentário e veja os vídeos postados no corpo do texto que desnudam a versão desta história que os veículos de informação querem esconder de você




Em 1944, final da guerra se aproximando, Hitler desesperado com o panorama negro que se desenhava no futuro próximo, corria atrás de qualquer maneira de conseguir uma bomba atômica. Em seu cálculo - muito correto por sinal - a arma reverteria a história a seu favor e impediria a eminente derrota.

Um grupo da resistência norueguesa descobre que a balsa férrea SF Hydro será usada pelos nazistas para carregar "agua pesada" componente essencial para a produção da bomba da Noruega para a Alemanha. Espertamente, os alemães entupiram a balsa que tem capacidade para 120 pessoas, com 200 civis para camuflar a entrega. E agora, o que fazer? O que Noruegueses e seus aliados ingleses fizeram em 1944? Deixaram o comboio passar? Permitiriam a Alemanha ter acesso a este material? Não. A balsa foi afundada matando cerca de 20 pessoas e ferindo várias outras. Os alemães sabiam o que faziam. Que iriam criar a dúvida nos ingleses. Que haveria discussão. Que causaria comoção e desespero.

A tática palestina tem precedentes na história. Nada é novo.




Marinha israelense: Tentativa de negociação inclui o repasse depois de vistoria da ajuda humanitária a Gaza




Vamos a uma cronologia e explicação dos fatos:

1) 0 comboio "humanitário" consistia de seis navios. O único no qual houve o incidente com mortes foi aquele que foi organizado pelo grupo IHH (Insani Yardim Vakfi, IHH, “Fundo de Ajuda Humanitária”), organização turca que têm ligaçoes com Al Qaeda, Hizbullah, Irã e Hamas, portanto tendo entre seus integrantes, terroristas a bordo. Todos os outros navios aceitaram pacificamente se dirigir ao porto de Ashdod, para que as mercadorias fossem checadas, e depois enviadas para Gaza. Este não aceitou.

2) Israel tem a obrigação de checar toda mercadoria que segue em diração a Gaza, pois a mesma é controlada pelo Hamas, que é uma organizaçao terrorista. Afinal, qualquer mercadoria que este receber pode se tratar na verdade de munições e de aparelhagem para a fabricação de misseis, com os quais se pode atacar Israel. Por sinal, como tem acontecido continuamente nos últimos dez anos e continua até os dias de hoje.

3) O governo de Israel, antes dos navios chegarem a costa israelense, disse que poderia enviar a ajuda humanitária sem custo nenhum para Gaza, desde que a mesma passasse por checagem antes.

4) Quando os navios se aproximaram do território marítimo israelense, receberam uma advertência pacífica, para serem conduzidos até o porto de Ashdod, a fim de checar as mercadorias, que seriam enviadas para Gaza e ainda ganhariam de presente o retorno dos integrantes de volta para seus paises de origem de graça, bancado pelo governo israelense.





O momento da agressão: Israel filma a reação "pacífica" dos pseudo-ativistas a intervenção israelense





5) O único navio que não concordou foi o que teve os problemas que voces já sabem. O exército de Israel nao teve outra alternativa senão entrar no navio para negociar. Ao realizar a intervenção, os soldados foram recebidos com bastões de ferros, facadas e tiros - e até granadas - não tendo outra opçao senão a de reagir da maneira que aconteceu. Se este incidente acontecesse com qualquer outro exército no mundo, com certeza seriam muito mais de 10 mortos. Como o exército abriu fogo em ultimo caso, isto não aconteceu e ainda resultou em pelo menos 7 soldados israelenses gravemente feridos e um em perigo de vida.




Arsenal:Pequena mostra do estoque de arma dos pacifistas que promovem guerras





Foram mostradas imagens pela televisão dos terroristas a bordo do navio, em que estes recebem os soldados com socos e tiros, além de facadas. Mal os soldados se aproximam da embarcação pacificamente, são atacados, ao contrario do que a Liga Árabe e seus aliados estão argumentando de que o exercito israelense entrou atirando e etc...




As imagens da camera lateral a embarcação não deixam restar mais dúvidas sobre a extrema violência a que os soldados israelenses foram expostos






O Vice-Ministro das Relações Exteriores de Israel, Danny Ayalon, informou no desdobramento dos acontecimentos em Israel, durante uma coletiva de imprensa, que “a armada de ódio e violência em apoio à organização terrorista Hamas foi uma provocação premeditada e ultrajante”. Os organizadores da flotilha são bem conhecidos por suas ligações com o Jihad, Al-Qaeda e o Hamas, tendo em sua trajetória um histórico de contrabando de armas e outros materiais bélicos. Ayalon informou ainda que “a bordo do navio, foram encontradas armas que estavam preparadas com antecedênci

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